Batata Asterix é indicada para fritura; veja como escolher variedades
Diferenças de umidade e textura influenciam o resultado de purês, saladas, nhoques, assados e batatas fritas.

A escolha da variedade de batata interfere diretamente no resultado da receita. Diferenças de umidade, amido e textura ajudam a explicar por que algumas ficam mais sequinhas na fritura, enquanto outras funcionam melhor em purês, saladas e preparações de uso diário.
A batata é um tubérculo, estrutura subterrânea usada pela planta para armazenar energia. O alimento tem origem andina, foi cultivado por povos da região do atual Peru e se espalhou pela Europa antes de ocupar um lugar central na alimentação de vários países.
Existem milhares de variedades no mundo. Entre as mais conhecidas no mercado brasileiro estão Ágata, Asterix, Baraka, Bintje, Cupido, Markies, Monalisa e Mondial. A oferta muda conforme a região, a época e o estabelecimento.
A Asterix é reconhecida pela casca avermelhada ou arroxeada e tem menos água, característica útil para frituras mais secas. A mesma qualidade também favorece massas como o nhoque, que precisam de uma base menos úmida para receber menor quantidade de farinha.
A Monalisa é uma opção versátil para preparações cotidianas, especialmente purês e cozimentos em que se busca textura mais suave. Variedades vendidas como batata inglesa podem ser usadas em assados, recheios e receitas preparadas no micro-ondas.
O nome da variedade nem sempre aparece com clareza na banca ou no supermercado. Cor da casca, formato e indicação do produtor ajudam, mas o consumidor pode perguntar ao vendedor qual tipo está disponível e qual uso culinário costuma apresentar melhor resultado.





