Bolsa Família atende quase 90 mil pessoas e integra rede de proteção em Santo André!
Secretário relaciona transferência de renda à permanência escolar, ao cuidado em saúde e à proteção de crianças e mulheres contra a violência.

Quase 90 mil pessoas são atendidas pelo Bolsa Família em Santo André, segundo o secretário de Assistência Social, Eduardo Leite. Durante o Talkeando, ele defendeu o programa como uma política voltada principalmente à proteção de crianças e adolescentes.
Para receber o benefício, as famílias precisam manter crianças matriculadas e acompanhadas pela rede de saúde. Essas condições ajudam a garantir alimentação, formação e prevenção, além de aproximar estudantes de profissionais que podem identificar sinais de violência.
“Eu não conheço um programa mais cristão que vai mais de encontro ao cristianismo do que o Bolsa Família, que protege as crianças e os adolescentes.”
Disse Eduardo Leite.
O secretário também relacionou a transferência de renda à autonomia de mulheres vítimas de violência. Em conjunto com políticas habitacionais que priorizam mulheres, o benefício pode reduzir a dependência econômica do agressor e criar condições para romper o ciclo de violência.
“O Bolsa Família é um programa extraordinário.”
Disse Eduardo Leite.
A rede municipal atende ainda pessoas idosas, pessoas com deficiência, mulheres, crianças, adolescentes e moradores em situação de rua. Situações de vulnerabilidade sem risco imediato podem ser apresentadas nos Centros de Referência de Assistência Social, os Cras. Casos extremos seguem para serviços de média e alta complexidade, como acolhimento institucional e residências inclusivas.
No período de frio, o município orientou a população a comunicar casos pelo telefone 4433-0170. O albergue Lídia Apolone foi citado como referência, com banho, alimentação, local aquecido para dormir e espaço para animais de estimação. A estrutura busca remover barreiras que muitas vezes levam uma pessoa a recusar o acolhimento.





