Jonathas Groscove defende coerência entre marcas e influenciadores
Produtor afirma que empresas precisam alinhar campanhas, posicionamento social e comunidades que desejam alcançar.

A escolha de um influenciador associa a imagem da empresa ao público, ao comportamento e aos valores comunicados por aquela pessoa. O alcance numérico amplia a exposição da campanha, mas também aumenta a necessidade de coerência entre o discurso da marca e a comunidade que ela pretende atingir.
“Se você está numa rede social e você não quer falar sobre assuntos sociais, a sua marca não é uma empresa social. É isso que eu entendo.”
Disse Jonathas Groscove.
Na avaliação de Jonathas Groscove, empresas que desejam assumir uma posição inclusiva precisam se conectar a pessoas que tratem desses temas de forma compatível. A seleção deixa de considerar apenas o volume de seguidores e passa a observar o tipo de influência exercida sobre a audiência.
“É isso. Porque se ele não acredita no social que essas pessoas movimentam bilhões de pessoas, ele cria a sua própria comunidade.”
Disse Jonathas Groscove.
Uma alternativa é a própria liderança da empresa ocupar o papel de comunicador. Esse modelo permite apresentar diretamente as convicções da organização e construir uma comunidade em torno de valores declarados, sem depender integralmente da identidade pública de terceiros.





