Odylon Wagner defende arte e cultura na formação de profissionais criativos
Ator afirma que contato com diferentes linguagens amplia repertório, criatividade e capacidade de atuação no mercado de trabalho.

A equipe de A Última Sessão de Freud promove encontros em universidades e aproxima estudantes de psicologia, teologia, direito, medicina e outras áreas das questões abertas pelo espetáculo. As atividades combinam a apresentação da peça com debates sobre formação, repertório e vida profissional.
“A arte, a literatura, o cinema, a música, a dança fazem você viajar por outros universos.”
Disse Odylon Wagner.
Uma pesquisa atribuída à Fundação Itaú para Educação e Cultura foi citada durante a entrevista ao tratar das características esperadas dos jovens no mercado de trabalho. A resposta apresentada como principal foi “mentes criativas”, associada à capacidade de acompanhar o mundo e compreender diferentes contextos.
A própria carreira do ator ilustra essa necessidade de iniciativa. Com 56 anos de profissão, ele contou que começou a produzir projetos ainda jovem e que o trabalho envolve escolher textos, reunir equipes, ensaiar, atuar e buscar recursos.
“Se você não produz, você não trabalha.”
Disse Odylon Wagner.
Além do palco, Odylon passou a trabalhar com palestras e comunicação em ambientes empresariais e políticos. As atividades são tratadas como complementares porque mantêm o foco em pessoas, linguagem e na capacidade de representar bem diferentes funções ao longo da vida.





