Ataque na unidade da Bombril deixa três trabalhadores terceirizados mortos

Ocorrência em São Bernardo do Campo matou três funcionários da TPC Logística; empresas divulgaram notas e a Polícia Civil iniciou a apuração do caso.

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Três capacetes de segurança e flores em uma doca industrial vazia
Imagem gerada por IA
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Três trabalhadores terceirizados morreram após um ataque dentro da unidade da Bombril em São Bernardo do Campo. A ocorrência foi registrada na manhã de 1º de agosto de 2026 e envolveu quatro funcionários da TPC Logística, empresa que prestava serviços no local.

As vítimas foram identificadas como João Guilherme Victoriano, de 54 anos, que atuava como conferente; Edivaldo Santos da Silva, de 44 anos, supervisor; e Douglas de Souza Vieira, de 39 anos, operador de empilhadeira. O ataque foi cometido por outro trabalhador terceirizado, de 33 anos, com uso de faca.

Os profissionais não faziam parte diretamente do quadro da Bombril. Todos estavam vinculados à prestadora de serviços responsável por atividades logísticas dentro da unidade. A distinção ajuda a identificar o vínculo de trabalho e as empresas envolvidas no atendimento às famílias e na apuração interna.

TPC Logística e Bombril divulgaram notas à imprensa e informaram que acompanhavam o caso. A investigação ficou sob responsabilidade do 2º Distrito Policial de São Bernardo do Campo, que iniciou a coleta de informações sobre a sequência do ataque e as circunstâncias anteriores à ocorrência.

Informações iniciais mencionaram possíveis conflitos no ambiente de trabalho, mas a motivação dependia de confirmação policial. Qualquer relação causal com desentendimentos, assédio ou condição de saúde exige apuração e não pode ser tratada como conclusão antes do encerramento da investigação.

O autor do ataque morreu posteriormente enquanto estava sob custódia. A sequência ampliou o impacto da ocorrência e acrescentou outra frente de apuração para as autoridades responsáveis.

A morte dos três trabalhadores mobilizou colegas, familiares e as empresas presentes na unidade. O esclarecimento do caso depende da investigação policial, de registros internos e de depoimentos que permitam reconstruir os acontecimentos sem antecipar responsabilidades ainda não confirmadas.

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