Grupo Casas Bahia pede recuperação judicial e diz que manterá operações
Companhia atribui medida a juros elevados, restrição de crédito, custos financeiros e pressão sobre consumo e capital de giro.

O Grupo Casas Bahia protocolou um pedido de recuperação judicial no Fórum Central Civil de São Paulo. A medida envolve a companhia e determinadas subsidiárias e integra um processo de reestruturação financeira.
A empresa relacionou a decisão ao agravamento das condições econômico-financeiras. Entre os fatores citados estão juros elevados, restrição de crédito, aumento dos custos financeiros, pressão sobre o consumo e impacto no capital de giro.
O pedido busca preservar a continuidade das atividades e organizar o pagamento das obrigações. A recuperação judicial cria um ambiente para negociação com credores e para definição de um plano capaz de ordenar os compromissos da companhia.
O grupo afirmou que pretende manter as operações em todos os canais. A prioridade declarada é continuar atendendo os clientes e evitar interrupções relevantes nos serviços durante a reestruturação.
A manutenção da operação será acompanhada pelo processo judicial e pelas negociações financeiras. Clientes, fornecedores, trabalhadores e credores passam a observar os próximos passos do pedido e a apresentação das medidas previstas para reorganizar a empresa.





