Pais recebem alerta sobre aliciamento de crianças em jogos e redes sociais
Conversas aparentemente inocentes podem evoluir para chantagem e controle, enquanto mudanças de comportamento ajudam responsáveis a perceber riscos.

Jogos on-line, redes sociais e aplicativos de mensagem podem ser usados por criminosos para se aproximar de crianças e adolescentes. O contato costuma começar como uma conversa aparentemente inocente e evoluir para pedidos de imagens, chantagem, extorsão e controle psicológico.
Mudanças bruscas de comportamento merecem atenção. Isolamento, uso do celular durante a madrugada, queda no rendimento escolar e tempo excessivo diante das telas podem indicar que algo está errado, embora nenhum desses sinais, isoladamente, confirme uma situação de violência.
O acompanhamento da vida digital precisa combinar supervisão e diálogo. Conhecer os jogos, aplicativos e perfis usados pelos filhos ajuda responsáveis a identificar contatos estranhos sem transformar a proteção em vigilância silenciosa ou afastar a criança da família.
Quando houver ameaça, chantagem ou risco à integridade do menor, a prioridade é interromper o contato com o agressor, preservar as evidências disponíveis e buscar ajuda das autoridades competentes. A criança não deve ser responsabilizada pela abordagem criminosa.





