Rodoviários aceitam reajuste e descartam greve no transporte público
Acordo prevê 5,5% nos salários, 6,2% no vale-alimentação e 5% na participação nos lucros e resultados.

Trabalhadores rodoviários aceitaram uma proposta de reajuste e descartaram a paralisação que ameaçava o transporte público. O acordo encerrou a incerteza imediata sobre a circulação dos ônibus.
Os salários terão reajuste de 5,5%. O vale-alimentação receberá aumento de 6,2%, enquanto a participação nos lucros e resultados terá correção de 5%.
A negociação também definiu valores de salário-base, com variação conforme a função exercida. A faixa informada ficou entre aproximadamente R$ 4,1 mil e R$ 4,7 mil para os cargos abrangidos.
Trabalhadores ouvidos avaliaram que o resultado não correspondia ao acordo ideal, mas reconheceram as dificuldades financeiras enfrentadas pelas empresas do setor. A mudança da escala 6 por 1 para 5 por 2 também apareceu entre os pontos capazes de afetar a organização e os custos da operação.
Com a aceitação da proposta, a greve deixou de ser a medida imediata da categoria. Novas discussões podem ocorrer caso as condições de trabalho, a escala ou o equilíbrio econômico do transporte coletivo voltem a produzir impasse.





