Trabalhadores terceirizados da TV Justiça entram em greve por atrasos trabalhistas
Paralisação envolve salários, vale-alimentação, verbas rescisórias e depósitos de FGTS atribuídos à empresa terceirizada.

Trabalhadores terceirizados da TV Justiça e da Rádio Justiça iniciaram uma greve após relatos de atrasos no pagamento de salários, vale-alimentação, verbas rescisórias e depósitos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.
Os profissionais são vinculados à empresa terceirizada responsável por serviços nas emissoras que acompanham a programação do Supremo Tribunal Federal. Os relatos incluíram um período próximo de dez meses sem depósitos de FGTS para parte dos trabalhadores.
O encerramento do contrato da prestadora estava previsto para o fim do mês, o que aumentou a cobrança por garantias concretas de pagamento. O tribunal informou que buscaria uma solução para as pendências.
A paralisação chama atenção para a responsabilidade sobre direitos trabalhistas em contratos terceirizados. A proximidade do fim do vínculo não elimina a necessidade de regularizar valores devidos e oferecer informação clara aos profissionais afetados.





