Bronzeamento artificial não tem nível seguro, diz dermatologista

Mariana Murata afirmou que bronzeamento artificial com lâmpada é proibido e não tem nível seguro.

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Cabine de bronzeamento artificial vazia em ambiente clínico, usada como capa da matéria sobre risco do procedimento
Imagem gerada por IA

Mariana Murata foi direta ao comentar bronzeamento artificial com lâmpada: não há nível seguro. A médica afirmou que o procedimento é proibido no Brasil e relacionou a radiação intensa ao risco de queimaduras e de câncer de pele, especialmente melanoma.

O alerta diferencia bronzeamento artificial com lâmpada de alternativas cosméticas, como o jet bronze. Segundo a explicação, o jet bronze deposita produto apenas na camada superficial da pele e sai aos poucos com os banhos, funcionando como maquiagem corporal.

“Não existe nível seguro nenhum.”

Disse Dra. Mariana Murata.

A dermatologista também comentou depilação a laser e botox. Sobre o laser, afirmou que não há risco de câncer quando o procedimento é feito em local confiável, embora máquinas mal calibradas ou profissionais sem cuidado possam causar queimaduras.

O botox foi apresentado como indicação clínica, ligada à queixa do paciente e à avaliação de rugas fixas ou expressão. Mariana rejeitou a ideia de uma idade única para começar e reforçou que procedimentos estéticos não devem ser banalizados por moda ou status.

“A indicação é clínica e junto com a queixa do paciente.”

Disse Dra. Mariana Murata.

Na parte final da entrevista, ela reforçou a necessidade de segurança, escolha de profissional adequado, bons produtos e informação. A orientação foi evitar médicos que procuram defeitos no paciente apenas para vender procedimentos desnecessários.

Assista ao trecho

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