Pressão por escolha de carreira aos 15 anos pode travar adolescentes, avalia professor

Marco Ohmori diz que adolescentes valorizam impacto, saúde mental e sentido de vida mais do que estabilidade formal.

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Prof. Marco Ohmori em sala de orientação vocacional, usado como capa sobre pressão por escolha de carreira
Imagem gerada por IA

“Hoje o adolescente ele hoje ele ele valoriza outras coisas. Ele não valoriza uma carteira assinada.”

Disse Prof. Marco Ohmori.

A pressão por uma definição de carreira ainda no ensino médio foi apontada por Marco Ohmori como uma fonte de travamento para adolescentes. A cobrança costuma chegar cedo, quando jovens de 15, 16 ou 17 anos são chamados a decidir uma trajetória que parece valer para a vida inteira.

“Esse jovem hoje ele viu uma geração que é a nossa, que a gente se matou de trabalhar.”

Disse Prof. Marco Ohmori.

Na leitura do professor, o vínculo com o trabalho mudou. A geração mais nova não busca apenas estabilidade formal; também quer entender impacto, saúde mental, tempo de vida e contribuição. Essa mudança aparece depois de ver adultos vivendo jornadas estressantes, com pouco espaço para cuidado pessoal.

O debate coloca pais e responsáveis diante de uma transição cultural. A pergunta sobre profissão continua importante, mas perde força quando vem sozinha. Para Ohmori, o caminho passa por conversar sobre interesses, limites e objetivos concretos, sem transformar a escolha do vestibular em sentença definitiva.

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